Domingo, Abril 29, 2007
Final do Observando a Terra
PTG
Sexta-feira, Abril 27, 2007
Imagens de Climas: Climas polares (sul da Gronelândia)
Esta imagen de stálite sobre o Sul da Gronelândia motra bem o rigor do clima polar e suboplar. Só uma pequena faixa costeira está sem gêlo. Todo o interior da grande Ilha está coberto de gêlo, que em alguns locais pode chegar aos 3 kms de espessura. A Gronelândia só é habitada, por isso, na sua parte mais meridional (Sul), pois é a mais quente e a única onde alguma forma de agricultura é ainda possível.
Na imagem em cima vê-se perfeitamente um aspecto da Tundra no Sul da Gronelândia. Também áreas já completamente desprovidas de vegetação e "restos" de gêlo nos picos montanhosos mais elevados. De notar também o elevado número de pontos brancos na água que não são mais do que icebergs "à solta" pelos "fjords" (vales muito escarpados formados pela acção erosiva de glaciares antigos que foram invadidos posteriormente à sua fusão pela água do mar)
Em cima um aspecto de uma pequena povoação na Gronelândia. De facto, não vive muita gente por estas paragens. Esta é a época mais quente do ano e, mesmo assim, ainda há vestígios de gêlo.
Mais um aspecto das habitações típicas do Sul da Gronelândia. O colorido das casas contrasta com a escuridão invernal e com o tempo quase sempre "cinzento" e frio que se faz sentir ao longo de todo o anoQuinta-feira, Abril 26, 2007
Imagens de climas: Chuva no Deserto!!


A chuva nos desertos é um acontecimento raro mas real. A precipitação ocorre de forma concentrada no espaço e no tempo, isto é, cai em grande quantidade num curto espaço de tempo e em locais geograficamente restritos.
A chuva dos desertos dá origem a vários ribeiros temporários que secam horas após o episódio chuvoso. Estes ribeiros têm, apesar da sua curta exitência, uma forte capacidade erosiva.
Nesta imagem vê-se perfeitamente o efeito da cuva forte em dunas de areia no deserto no norte do México. O impacto das gotas seguido de alguma (pouca) escorrência superficial levaram à formação de pequenos deslizamentos de terra na camada mais superficial da duna.Imagens de climas: O deserto aqui tão perto
Uma imagen de um clima desértico de uma região muito próxima de Portugal: a região de Almeria no sudetes de Espanha. Aqui os valores de precipitação são muito baixos e as temperaturas de Verão são muito elevadas. De reparar que a vegetação ou não existe, ou trata-se somente de pequenas ervas já muito secas. Esta fotografia foi tirada em pelono mês de Novembro de 2001, portanto já em plena estação das chuvas dos climas mediterrâneos mais próximos. Contudo a paisagem que é mostrada é de uma grande aridez.PTG
Imagens de climas: aspecto da chuva tropical II
Imagens de climas: aspecto da chuva tropical

3º Período
Os primeiros testes do 3º período estão a chegar. Por isso, as próximas aulas serão dedicadas à resolução de exercícios do manual e do caderno de actividades. Já disponho de muito material para colocar no novo número da revista de Geografia que, não tem tido nenhuma edição nos últimos tempos. De facto, o excesso de trabalho impede que a publicação seja mais regular. Contudo, gostava de sublinhar o quanto alguns de vocês continuam emepenhados em pesquisar sobre temas da geografia do 7º ano. Vamos agora traduzir tudo isso em boas classificações nos testes.
PTG
Sábado, Março 17, 2007
Anomalias climáticas em 2006

Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Sismo sentido em Portugal (12 de Fevereiro de 2007)

Hoje, por volta das 10.30horas foi sentido um sismo em Portugal de uma magnitude já apreciável. De acordo com a legenda destes mapas do site de sismos do United States Geological Survey (USGS), o sismo terá atingido um valor entre o grau 5 e o grau 6 da escala de Richter. Estes valores já colocam este sismo dentro da categoria dos moderados, muito próximo dos sismos fortes que são classificados a partir de um valor de magnitude 6.3. Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007
Já disponível um documento sobre a atmosfera e precipitação


Sábado, Fevereiro 03, 2007
Movimento diurno do Sol

Link para download
Sexta-feira, Fevereiro 02, 2007
O significado físico dos proincipais paralelos - 2ª versão

Terça-feira, Janeiro 30, 2007
Movimento de Translação da Terra

Inicia-se a Primavera no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul começa o Outono.
Solstício de Junho (21 de Junho) – Os raios solares apresentam menor inclinação; Este é o dia mais longo do ano e marca o início do Verão no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul começa o Inverno.
Equinócio de Setembro (21 de Setembro) – Os raios solares apresentam maior inclinação. O dia tem a mesma duração da noite; Inicia-se o Outono no Hemisfério Norte e a Primavera no Hemisfério Sul.
Solstício de Dezembro (31 de Dezembro) – Os raios solares apresentam maior inclinação, a temperatura é mais baixa; Este é o dia mais curto do ano, iniciando-se o Inverno no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul o Verão.
Trabalho Realizado por:
Ana Filipa Campos Nº 2 turma 7º E
Segunda-feira, Janeiro 29, 2007
Segundo Número da Revista de geografia

Gráficos termopluviométricos de Portugal Continental

O regime pluviométrico e o regime térmico de Bragança também são irregulares. Apresenta, em relação ao Porto, mais um mês seco: Setembro.
Lisboa apresenta mais um mês seco, relativamente a Bragança: Junho.
Beja , tal como os anteriores, apresenta um regime pluviométrico e um regime térmico irregulares e os meses secos são os mesmos de Lisboa.
Ponta Delgada apresenta um regime térmico e um regime pluviométrico irregulares. Os meses secos são Julho e Agosto.
Funchal apresenta um regime pluviométrico irregular e, apesar de o regime térmico também o ser, é-o de forma menos acentuada do que as anteriores localidades. Com efeito, existe uma menor amplitude térmica anual.
Podemos, ainda, concluir que o Porto tem meses com pluviosidade muito superior a todas as outras localidades: Outubro, Novembro e Dezembro. Funchal, em contrapartida, apresenta o mês mais seco: Julho.
Finalizando, no período de tempo em que foi realizado este estudo, as localidades do Norte de Portugal Continental apresentam meses com maior intensidade pluviométrica do que as restantes e as do Sul têm meses com temperaturas mais elevadas. Quanto às ilhas, o Funchal tem temperaturas mais constantes ao longo de todo o ano e tem menos pluviosidade.
Segunda-feira, Janeiro 22, 2007
Segundo Número da Revista de Geografia

Gráficos termopluviométricos
Gráficos termopluviométricos são gráficos que representam, em simultâneo, a variação da temperatura e da precipitação ao longo do ano. Simplificando, permitem-nos analisar, em simultâneo, a variação anual da temperatura e da precipitação
A imagem mostra-nos a distribuição mundial de climas (está tudo simplificado, a realidade é muito mais complexa...). Alguns climas têm associados gráficos. São os «gráficos termopluviométricos» que indicam os valores da temperatura e precipitação registadas ao longo de uma ano numa qualquer cidade (o nome da localidade está escrito em cada gráfico).
Sexta-feira, Janeiro 19, 2007
SNIG-Educação

Chamo a vossa atenção para um site fantástico do Sistema Nacional de Informação Geográfica (SNIG). É todo ele virado para as questões de educação e tem muito mapas e informação variada muito útil à disciplina de Geografia.Depois do Atlas de Portugal, este é mais uma iniciativa de grande qualidade do SNIG.Podem aceder ao site clickando AQUI.
PTG
Quinta-feira, Janeiro 18, 2007

É gritante que ninguém faça nada para deter esta situação. Estamos perante uma zona protegida, um parque natural que é parte integrante da rede europeia, e que continua a ser "comido" a toda a velocidade (antes que acabem os contratos de exploração).
Discutiu-se recentemente a transformação da SECIL numa unidade de co-incineração. Como se não bastasse estarem a acabar com a Serra ainda vinham queimar resíduos para o seu coração. É demais. Aquilo que deve estar realmente em jogo é a desinstalação da fábrica, o seu desmantelamento, a sua saída definitiva desta região da Arrábida (antes que a serra se transforme numa planície). Por fim, reparem na hipocrisia total: a SECIL recebe prémios do Ambiente só porque planta umas árvores nos buracos que faz. A ideia deve ser tapar o sol com a peneira. Aquilo que devia receber, em definitivo, era um bilhete de ida para fora daqui.
Monte Everest
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As primeiras pessoas a escalar o Everest foram Edmund Hillary e Tenzing Norgay (29 de Maio de 1953). Este tem duas rotas principais, pelo cume sudeste no Nepal (a rota mais fácil e a utilizada por Edmund e Tenzing) e pelo cume nordeste no Tibete, para além de mais outras 13 rotas menos utilizadas.
A maioria das tentativas de escalar o Everest ocorre entre Abril e Maio, antes do período das chuvas porque uma mudança na jet stream nesta época do ano reduz a velocidade média das rajadas de vento.
Miguel Miranda 7ºF Nº26
Localização absoluta - Paralelos e Meridianos
Fig 1.- Globo terrestre apresentando apenas os paralelos e meridianosOs meridianos são os círculos maiores que passam pelas regiões polares e são perpendiculares ao equador. Estes dividem a Terra em duas partes iguais.
João Pessoa e Silva, nº18 7ºE
Serra da Arrábida

Wikipédia
Francisco Torgal (7ºE)
Clima Mediterrâneo
Regiões de Clima Mediterrâneo As regiões deste clima combinam verões quentes e secos com invernos frios e pouco chuvosos. Os verões nas regiões situadas junto ao mar Mediterrâneo são menos secos que os das outras regiões deste clima.
Como o próprio nome indica, este tipo de bioma localiza-se na zona do mar Mediterrâneo.
O clima mediterrânico é quente e seco no verão e é moderado e húmido no Inverno. A precipitação ocorre sobretudo durante 2 a 4 meses, no Inverno, sendo rara no resto do ano.
Flora
A vegetação, na sua forma original, era caracterizada sobretudo por árvores. Contudo, devido à intervenção humana e problemas ambientais, as árvores foram sido substituídas por arbustos, especialmente arbustos esclerófitos, aparecendo, ainda, ervas aromáticas, gramíneas e claro árvores.
Esta vegetação é predominante, de folha persistente e apresenta folhas espessas e pequenas, o que ajuda a reduzir as perdas de água por evapotranspiração. Algumas plantas podem também ter espinhos, o que as protege dos animais, pois evita que sejam comidas.
As árvores são, normalmente, de pequeno porte. Possuem cascas grossas e duras e grandes ramificações. Predominam os carvalhos: carvalho português, carvalho negral, sobreiros, carrasco e azinheiras. Outra árvore muito comum na área mediterrânica é a oliveira. Em algumas regiôes aparecem ainda pinheiros (como o pinheiro manso) e o zimbro.
Nas áreas com pouca precipitação, as plantas adaptaram-se a condições secas, sendo as suas folhas pequenas e por vezes, tão reduzidas que se assemelham a agulhas, o que lhes permite conservar a água. Outras têm as folhas cobertas por uma película cerosa e noutras as folhas reflectem a luz solar.
Algumas plantas desenvolveram, ainda, adaptações que lhes permitem resistir aos fogos frequentes que ocorrem na estação seca: algumas reproduzem-se rapidamente a partir das raízes, depois da parte aérea arder; noutras, a resina que reveste as pinhas derrete durante o incêndio permitindo aos frutos abrir e espalhar as sementes; noutras ainda as sementes que têm condições para viver durante muito tempo germinam após o fogo.
Fauna
A fauna é muito variada e também se encontra adaptada às condições ambientais. Por exemplo, os animais são normalmente pequenos, necessitam de pouca água e têm hábitos nocturnos.
Aparecem coelhos, lebres, javalis, ratos do campo, veados, texugos, diversos tipos de répteis, uma grande variedade de aves , sobretudo aves migratórias e insectos.
Fonte: Wikipédia
Francisco Torgal (7ªE)
Sábado, Janeiro 13, 2007
A altitude
Fonte: Fazer geografia, Porto EditoraA altitude é a terceira coordenada geográfica e corresponde à distância, em metros, medida na vertical, entre o nível médio das águas do mar e um dado lugar.
A - encontra-se a uma altitude positiva;
Perfil topográfico
As curvas de nível permitem-nos construir perfis topográficos, os quais nos dão uma imagem do relevo a duas dimensões (altitude - y; distância- -x). O perfil topográfico é uma representação gráfica de um corte vertical do terreno segundo uma direcção previamente escolhida. Essa direcção deve ter em conta que a linha que traçamos no mapa deve ser o mais perpendicular possível às curvas de nível
A construção de um perfil topográfico compreende as seguintes etapas:
• Sobre o mapa topográfico traça uma recta, que corresponde à secção transversal do perfil que pretendemos construir;
• Orienta sobre o mapa uma folha de papel milimétrico ou quadriculado de maneira que o eixo horizontal sobre o qual se vai construir o perfil seja paralelo à linha recta que traçaste no mapa;
• Projecta-se sobre o eixo horizontal a intersecção de cada curva de nível com a linha recta, tendo em conta a cota de altitude correspondente;
• Traça um eixo vertical, que representa a altitude ou cotas;
• Recorrendo ao eixo vertical localiza e marca o valor de cada curva de nível projectada;
• Depois de marcados todos os pontos correspondentes às curvas de nível projectadas, unem-se dando origem a um perfil topográfico.
Adaptado de um site de geografia
Os Alpes e a formação de núvens em alta montanha
Esta imagem mostra alguns topos de montanhas nos Alpes onde se pode observar uma formação de núvens típicas das regiões de maior altitude. O ar é forçado a subir pelas encostas e arrefece. Ao arrefecer condensa e o vento faz o resto: as núvens em formato de algodão são resultado do grande arrefecimento do ar juntamente com o vento forte que se regista, por vezes, a estas altitudes.PTG
Blog sobre as Montanhas Ibéricas

Quinta-feira, Janeiro 11, 2007
Exemplo da previsão do estado de tempo nos Arquipélagos Atlânticos
No dia 26 de Setembro de 2006, na Madeira, estava previsto céu nublado, com uma temperatura mínima de 20ºC e máxima de 26ºC, no Funchal. Também se registava vento fraco norte. A ondulação estaria entre os 2,5m e os 3,5m, no norte, e, no sul as ondas não atingiriam mais de 1,5m.
Nos Açores, estava previsto igualmente céu nublado, com 19ºC de mínima 24ºC de máxima, na Ponta Delgada. Registava-se vento forte e vento fraco sul e vento forte sudoeste. A ondulação seria de 3m, podendo atingir os 6m ou até 8m, perto das ilhas Corvo e Flores.
Esta e outras previsões podem-se encontrar no Diário de Notícias.
Inês Palma (7ºE)
Existem dois tipos de norte, o norte Geográfico (Pólo norte, em torno do qual gira a Terra) e o norte magnético (o norte indicado pelas bússolas).
O norte magnético é consequência do ferro existente no núcleo externo da Terra. Foi encontrado pela primeira vez em 1831 e, como consequência da deslocação do ferro em estado líquido o norte magnético desviou-se cerca de 1.100 km, desde a sua descoberta. Como o ferro está a fazer com que o norte magnético se desvie cerca de 40 km por ano, prevê-se que esteja na Sibéria em 2050.
Por estas razões o norte geográfico não coincide com o norte magnético, assim, as bússolas não apontam mesmo para o pólo norte, sendo, nos dias de hoje, melhor o uso de um GPS.
Na antiguidade seria um grande problema, pois as embarcações necessitavam de se orientarem, hoje é só um pequeno inconveniente.
Esta e mais outras informações de geografia podem-se encontrar nas revistas National Geographic e, até no próprio canal de televisão.
Inês Palma (7ºE)
Exemplo de uma previsão do estado de tempo em Portugal
No dia 26 de Setembro de 2006, em Portugal Continental, estava previsto um dia nublado, com uma temperatura média de 14ºC de mínima e 22ºC de máxima. Também se registava no norte vento forte sudoeste, no centro e centro-sul haveria vento fraco este e, no sul vento fraco noroeste.
A ondulação estava entre 2,5m e os 3,5m, excepto no sul, que estava entre 1m e 1,5m.
Esta e outras previsões podem-se encontrar no Diário de Notícias.
Inês Palma (7ºE)
Rosas dos Ventos
Caderno diário
O Caderno diário na disciplina de geografia cumpre as seguintes funções, que foram devidamente explicadas aos alunos na aula de apresentação, e que são as seguintes:
- Ser um complemento ao Manual e Caderno de Actividades e, por isso, não será repetido no Caderno o que já está suficientemente explicado nos dois livros anteriores. O estudo deve ser sempre baseado no manual adoptado que é demasiado caro para ser colocado na “prateleira”. Para o Caderno ficam reservados os assuntos que, em minha opinião,
não estão devidamente explicados e/ou estruturados no manual. - Ser um instrumento de trabalho na aula, em particular na resolução de algumas fichas do Manual.
- Ser um guia para Encarregados de Educação e alunos para que possam ter uma referência da matéria já leccionada.
No caso concreto da matéria relativa à localização absoluta (latitude e longitude), o que está no Caderno diário é mais do que o suficiente, uma vez que é baseada em exercícios dos quais os alunos já dispõem em grande número no Caderno de Actividades e no Manual. Estar a desenhar redes cartográficas sobrepostas a mapas no Caderno Diário é um trabalho que os alunos não precisam, pois seria sempre muito deficiente, na medida em que exige de todos uma habilidade e rigor próprios de outros níveis de desenvolvimento e uso de outras ferramentas.
PTG
Terça-feira, Janeiro 09, 2007
1º Número a Revista de Geografia
Revista de geografia nº1
Obrigado a todos pela colaboração.
Entretanto já estou disponível para receber contribuições para o segundo número.
PTG
Domingo, Janeiro 07, 2007
Latitude60


Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Notas dos Testes
PTG
Segunda-feira, Dezembro 11, 2006
Glaciares

Domingo, Dezembro 10, 2006
O rio Tamisa gelado
O Rio Tamisa completamente gelado em 1677, indicando que o clima em Londres foi já bastante mais frio no Século XVII. Estávamos na chamada "pequena idade do gêlo" uma época em que, por quase todo o globo, o clima era bastante mais frio que o actual. Nos dias de hoje não é possível ver o rio Tamisa completamente gelado ao ponto de ser seguro caminhar sobre ele. Esta pintura, mostra-nos como o clima foi diferente em épocas anteriores. É um exemplo de observação indirecta, através de pinturas antigas.PTG
Entrega dos testes
Devo dizer que, no geral, houve uma subida das notas, à semelhança do que aconteceu no 9º ano. Parabéns a todos e para os que ainda não consiguiram, muita força pois ainda estamos no início.
PTG
Sexta-feira, Dezembro 08, 2006
1º Número da revista de Geografia - 7º ano
Terça-feira, Dezembro 05, 2006
Ainda outros sites sobre projecções cartográficas
Site de projecções cartográficas
Sigam este LINK
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Segunda-feira, Dezembro 04, 2006
Mapa do Pentágono
Mapas e tipos de mapa - Curiosidades
Solstícios de Verão e de Inverno
O significado físico de alguns paralelos mais conhecidos

Os paralelos não serevem só para nos dar a indicação da distância ao Equador. Alguns têm significado físico. O Equador, círculo máximo, é uma linha que divide a Terra em dois Hemisférios iguais: o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul. É também a zona central da região mais quente do Globo, designada por zona quente ou intertropical. Os Trópicos de Câncer de de Capricórnio delimtam a norte e a sul, respectivamente a Zona quente. Marcam também os limites para as regiões temperadas do Norte e do Sul. Finalmente, os círculos polares (Ártico e Antártico) delimitam as zonas frias quer no norte, quer do sul.
A imagem foi retirada de um site com mais informação, sobretudo climática. POdem seguir este link para consultar esse site.
Segunda-feira, Novembro 27, 2006
Latitude e Longitude
Clicka aqui
PTG
Quarta-feira, Novembro 01, 2006
Chuvas do final de Outubro

Continental, às 18:00 horas de Terça-feira dia31 de Outubro. Reparamos que na zona perto de Coimbra se nota alguma precipitação e, também perto de Lisboa, no Oceano. Podemos concluir que neste dia houve alguma precipitação no centro do país e que foi houve pouca chuva em Portugal.
Esta informação e outras mais podem ser vistas no site
Http://meteo.pt/pt/observacao/remota/observacaoRadar.jsp
Realizado por: Inês Palma 7ºE Nº15
Paisagem natural com elementos humanos

Esta imagem é predominantemente natural porque, apresenta em maioria elementos naturais. Os elementos naturais são a vegetação, o relevo e o lago. Os elementos humanos são o castelo ou fortaleza.
Esta imagem foi retirada o site
http://www.olhares.com
Realizado por: Inês Palma 7ºE Nº15
O escultor da Terra, o Mar



Há milhões de anos que o mar vai erodindo as costas, criando as mais variadas paisagens ao longo de milhares de quilómetros
Rios e enseadas
Por vezes o mar caminha por dentro da terra, assumindo a feição de um curso de água. É então que se podem formar rias, que são vales invadidos pelo mar. Tal como os rios, as rias podem ser largas, serpentear entre as terras ou dividir-se em vários braços. É o local ideal para fazer praia.
Os fiordes
O seu nome significa braço do mar, em norueguês. Trata-se de vales em U, extremamente profundos onde se exerceu a prolongada erosão dos glaciares.
Dunas
As dunas são formadas pelos grandes ventos do alto mar que transportam a areia das praias para o interior do continente
As falésias
As falésias são costas alcantiladas e extremamente elevadas que descem a pique sobre o mar. O mar erode primeiro as rochas mais friáveis, deixando as zonas mais resistentes avançar pela água dentro.
Miguel Miranda 7ºF Nº26
Paisagem natural e humanizada


A imagem de cima é Natural, pois não é visível a intervenção do Homem.
O modo de observação da paisagem é indirecta, porque foi feita através de uma fotografia.
A imagem de baixo já é Humanizada, porque já se encontram vestígios da acção do Homem. O modo de observação da paisagem é também indirecta.
Inês Mendes
Ano – 7º
Turma F – N.º 14
Paisagem Natural - Serra da Freita

Fotografia retirada do site www.icicom.up.pt
A Serra da Freita situa-se essencialmente nos concelhos nortenhos de Arouca e de São Pedro do Sul. O seu maior pico atinge 1805 metros de altitude, nascendo também nesta montanha o Rio Caima.
Sendo uma serra com paisagens magníficas, como esta, e com muitas atracções para descobrir e passear.
Nesta paisagem na Serra da Freita podemos observar uma vegetação selvagem, uma cascata e um relevo rochoso. A imagem aparenta não ter quaisquer vestígios da acção do homem, sendo por esta razão uma paisagem natural.
Rodrigo Araújo Soromenho-Marques N. º26 7ºA Escola Secundária de Bocage
Mapa topográfico
Projecções cartográficas



Alguns exemplos de projecções cartográficas retiradas do site da Licenciatura em Engenharia Geográfica da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.
Actividade:
1 - Classifica cada uma das projecções apresentadas.
2 - Qual delas será mais adequada para estudar a Gronelândia? Justifica.
PTG
Terça-feira, Outubro 31, 2006
Escala de análise

Foto tirada por astronautas do Space Shuttle mostrando o avanço da noite em direcção à Península Ibérica e Portugal. Nesta altura ainda era dia em POrtugal Continental, nos Açores e na Madeira. A noite já tinha "caído" em França. De reparar que nas áreas em que já é noite é possível observar a luminosidade das áreas mais habitadas.
Quinta-feira, Outubro 19, 2006
Época de furacões do Verão e Outono de 2005

Esta montagem de imagens de satélite da NASA/NOAA mostra a ocorrência de um elevado número de furacões de grande intensidade no Golfo do México. Os furacões são tempestades que se desenvolvem e se fortalecem sobre águas oceânicas quentes. Neste ano, as anomalias de temperatura de superfície do oceano na região do Golfo eram elevadas. Diz-se mesmo que seriam as anomalias positivas mais elevadas desde que há registos. Deste facto resultou a ocorrência de um a elevado número de furacões de intensidade muito elevada.
Imagem de radar do dia 19 de Outubro de 2006

Outro exemplo, mas referente ao dia de hoje (10 de Outubro de 2006) às 10.00 horas da manhã. Chuva intensa registava-se a esta hora sobre a região Norte de LIsboa e sobre a Beira Litoral.
Outras imagens disponíveis para as últimas horas no site do Instituto de Meteorologia em http://www.meteo.pt/pt/observacao/remota/observacaoRadar.jsp
Imagens de radar do Instituto de Meteorologia

Imagem de radar que mostra Portugal continental a ser atravessado por uma superfície frontal. A chuva que se registava às 13.00horas distribuía-se numa banda de orientação Nordeste/Sudoeste. Precipitações particularmente intensas registavam-se sobre o Oceano Atlântico, a Oeste do litoral alentejano, e no sistema montanhoso Montejunto-Estrela.
Distribuição espacial da precipitação total anual em Portugal Continental

Mapa da distribuição espacial da precipitação total anual em Portugal Continental do Serviço Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), que pertence ao Instituto da Água (INAG).
Observa-se claramente um contraste Norte/Sul e Oeste/Este, ou seja, a região mais chuvosa localiza-se no Norte Litoral. O contraste Norte/sul é ainda reforçado pelo relevo e pela sua disposição. Os cumes das principais montanhas a Norte do Tejo constituem-se como as regiões mais chuvosas. No entanto, há elevações a Sul que registam também precipitações elevadas, como por exemplo, a Serra de Monchique, no Algarve.
As regiões do interior são claramente menos chuvosas, quer a Norte, quer a Sul do País.
Este mapa, produzido pelo SNIRH faz parte do Atlas da Água que pode ser consultado em: http://snirh.inag.pt/snirh.php?main_id=4&item=1.1&objlink=&objrede=
PTG
Furacão Vince (Outubro de 2005)

O Furacão Vince em 2005 segundo imagem Meteosat de 9 de Outubro de 2005 às 12 horas. Neste dia a tempestade tropical que se formou a noroeste da Madeira foi reclassificada como Furacão de categoria 1, o que significa que as rajadas de vento podem atingir velocidades máximas de 125km/h.
Podem consultar informações adicionais e ver mais imagens deste fenómeno de grande raridade nesta região do globo em: http://oiswww.eumetsat.org/WEBOPS/iotm/iotm/20051009_hurricane/20051009_hurricane.html
PTG










