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sexta-feira, abril 27, 2007

Imagens de Climas: Climas polares (sul da Gronelândia)

Esta imagen de stálite sobre o Sul da Gronelândia motra bem o rigor do clima polar e suboplar. Só uma pequena faixa costeira está sem gêlo. Todo o interior da grande Ilha está coberto de gêlo, que em alguns locais pode chegar aos 3 kms de espessura. A Gronelândia só é habitada, por isso, na sua parte mais meridional (Sul), pois é a mais quente e a única onde alguma forma de agricultura é ainda possível.



Na imagem em cima vê-se perfeitamente um aspecto da Tundra no Sul da Gronelândia. Também áreas já completamente desprovidas de vegetação e "restos" de gêlo nos picos montanhosos mais elevados. De notar também o elevado número de pontos brancos na água que não são mais do que icebergs "à solta" pelos "fjords" (vales muito escarpados formados pela acção erosiva de glaciares antigos que foram invadidos posteriormente à sua fusão pela água do mar)


Em cima um aspecto de uma pequena povoação na Gronelândia. De facto, não vive muita gente por estas paragens. Esta é a época mais quente do ano e, mesmo assim, ainda há vestígios de gêlo.

Mais um aspecto das habitações típicas do Sul da Gronelândia. O colorido das casas contrasta com a escuridão invernal e com o tempo quase sempre "cinzento" e frio que se faz sentir ao longo de todo o ano

PTG

quinta-feira, abril 26, 2007

Imagens de climas: Chuva no Deserto!!




A chuva nos desertos é um acontecimento raro mas real. A precipitação ocorre de forma concentrada no espaço e no tempo, isto é, cai em grande quantidade num curto espaço de tempo e em locais geograficamente restritos.

A chuva dos desertos dá origem a vários ribeiros temporários que secam horas após o episódio chuvoso. Estes ribeiros têm, apesar da sua curta exitência, uma forte capacidade erosiva.
Nesta imagem vê-se perfeitamente o efeito da cuva forte em dunas de areia no deserto no norte do México. O impacto das gotas seguido de alguma (pouca) escorrência superficial levaram à formação de pequenos deslizamentos de terra na camada mais superficial da duna.
PTG

Imagens de climas: O deserto aqui tão perto

Uma imagen de um clima desértico de uma região muito próxima de Portugal: a região de Almeria no sudetes de Espanha. Aqui os valores de precipitação são muito baixos e as temperaturas de Verão são muito elevadas. De reparar que a vegetação ou não existe, ou trata-se somente de pequenas ervas já muito secas. Esta fotografia foi tirada em pelono mês de Novembro de 2001, portanto já em plena estação das chuvas dos climas mediterrâneos mais próximos. Contudo a paisagem que é mostrada é de uma grande aridez.
PTG

Imagens de climas: aspecto da chuva tropical II

Aqui está um outro exemplo de uma chuva fortíssima que vai "varrendo" uma região na Austrália. A Austrália é um continente onde predomina o clima desértico mas há também extensas áreas no norte litoral e no noroeste em que o clima é tropical.
PTG

Imagens de climas: aspecto da chuva tropical


Aqui está um aspecto fantástico do que poderá ser uma chuva de um clima quente tropical. Pelo aspecto da vegetação, com poucas árvores e dispersas, estamos perante uma degradação da floresta equatorial, já no domínio da Savana. Por isso tratar-se-à de um clima tropical (provavelemente seco) num período da estação chuvosa. Reparem na intensidade da chuva e na sua ocorrência num lugar geograficamente restrito. Estes fortes aguaceiros podem ocorrer em poucos minutos e provocar inundações locais, por vezes muito intensas. A chuva vista ao longe tem o aspecto curioso: parece que núvem se está a desfazer na sua parte inferior.
Chuvas semelhantes podemos encontrá-las também em Portugal, embora não tenham tanta intensidade como nas regiões tropicais. Em Portugal estas chuvas são mais frequentes no Outono e na Primavera. No Inverno, as massas de ar mais frias que afectam Portugal não são tão propícias a fortes chuvas como estas que requerem um ar mais húmido e quente que pode aparecer nas estações de transição.
PTG

sábado, março 17, 2007

Anomalias climáticas em 2006


Este mapa mostra as anomalias climáticas no ano de 2006. Quer isto dizer que podemos ter uma imagem do que foi excepcional em termos climáticos durante esse ano. A cor alaranjada mostra as áreas que mais sofreram com vagas de calor durante o Verão e, a azul as vagas de frio mais intensa. A eutropa ocidental, onde se encontra Portugal, sofreu, sobretudo, de vaga de calor em finais de Julho e princípios de Agosto. É pena estar em Inglês, mas se tiverem alguma dúvida é só perguntarem a mim ou à vossa professora de Inglês.
PTG

sábado, fevereiro 03, 2007

Movimento diurno do Sol


Mais um documento foi disponibilizado na minha página do sapo. É um documento de 4 páginas sobre o movimento aparente do Sol ao longo do dia e s consequências na variação da temperatura. Podem também fazer o Download a partir desta página.

Link para download

sexta-feira, fevereiro 02, 2007

O significado físico dos proincipais paralelos - 2ª versão


Fpoi colocado na minha página sapo um documento de 4 páginas onde é dada informação adicional e de complemento à matéria que estamos a dar. Se preferirem podem descarregar o ficheiro a partir daqui.


terça-feira, janeiro 30, 2007

Movimento de Translação da Terra


Equinócio de Março (21 de Março) – Os raios solares apresentam menor inclinação, logo a temperatura começa a aumentar. O dia tem a mesma duração da noite.
Inicia-se a Primavera no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul começa o Outono.

Solstício de Junho (21 de Junho) – Os raios solares apresentam menor inclinação; Este é o dia mais longo do ano e marca o início do Verão no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul começa o Inverno.

Equinócio de Setembro (21 de Setembro) – Os raios solares apresentam maior inclinação. O dia tem a mesma duração da noite; Inicia-se o Outono no Hemisfério Norte e a Primavera no Hemisfério Sul.

Solstício de Dezembro (31 de Dezembro) – Os raios solares apresentam maior inclinação, a temperatura é mais baixa; Este é o dia mais curto do ano, iniciando-se o Inverno no Hemisfério Norte e no Hemisfério Sul o Verão.


Trabalho Realizado por:
Ana Filipa Campos Nº 2 turma 7º E

segunda-feira, janeiro 29, 2007

Gráficos termopluviométricos de Portugal Continental


O Porto tem um regime pluviométrico irregular, com poucos meses secos (isto é, cujo valor de precipitação em mm é inferior ou igual ao dobro da temperatura em graus centígrados): Julho e Agosto. Os meses com maior pluviosidade são Outubro, Novembro e, sobretudo, Dezembro. Quanto ao regime térmico, também é irregular, apresentando uma amplitude térmica anual grande.
O regime pluviométrico e o regime térmico de Bragança também são irregulares. Apresenta, em relação ao Porto, mais um mês seco: Setembro.
Lisboa apresenta mais um mês seco, relativamente a Bragança: Junho.
Beja , tal como os anteriores, apresenta um regime pluviométrico e um regime térmico irregulares e os meses secos são os mesmos de Lisboa.
Ponta Delgada apresenta um regime térmico e um regime pluviométrico irregulares. Os meses secos são Julho e Agosto.
Funchal apresenta um regime pluviométrico irregular e, apesar de o regime térmico também o ser, é-o de forma menos acentuada do que as anteriores localidades. Com efeito, existe uma menor amplitude térmica anual.
Podemos, ainda, concluir que o Porto tem meses com pluviosidade muito superior a todas as outras localidades: Outubro, Novembro e Dezembro. Funchal, em contrapartida, apresenta o mês mais seco: Julho.
Finalizando, no período de tempo em que foi realizado este estudo, as localidades do Norte de Portugal Continental apresentam meses com maior intensidade pluviométrica do que as restantes e as do Sul têm meses com temperaturas mais elevadas. Quanto às ilhas, o Funchal tem temperaturas mais constantes ao longo de todo o ano e tem menos pluviosidade.


João Pessoa, 7º E

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Gráficos termopluviométricos

[adaptado de Geografia - Espaços, 7º Ano, Lisboa : Constância. 2002 ]



Gráficos termopluviométricos são gráficos que representam, em simultâneo, a variação da temperatura e da precipitação ao longo do ano. Simplificando, permitem-nos analisar, em simultâneo, a variação anual da temperatura e da precipitação


A imagem mostra-nos a distribuição mundial de climas (está tudo simplificado, a realidade é muito mais complexa...). Alguns climas têm associados gráficos. São os «gráficos termopluviométricos» que indicam os valores da temperatura e precipitação registadas ao longo de uma ano numa qualquer cidade (o nome da localidade está escrito em cada gráfico).


[http://www.geografismos.blogger.com.br/2004_04_01_archive.html]
Adaptado
João Pessoa, 7ºE, nº18

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Clima Mediterrâneo

Regiões de Clima Mediterrâneo

As regiões deste clima combinam verões quentes e secos com invernos frios e pouco chuvosos. Os verões nas regiões situadas junto ao mar Mediterrâneo são menos secos que os das outras regiões deste clima.
Como o próprio nome indica, este tipo de bioma localiza-se na zona do mar Mediterrâneo.
O clima mediterrânico é quente e seco no verão e é moderado e húmido no Inverno. A precipitação ocorre sobretudo durante 2 a 4 meses, no Inverno, sendo rara no resto do ano.
Flora
A vegetação, na sua forma original, era caracterizada sobretudo por árvores. Contudo, devido à intervenção humana e problemas ambientais, as árvores foram sido substituídas por arbustos, especialmente arbustos esclerófitos, aparecendo, ainda, ervas aromáticas, gramíneas e claro árvores.
Esta vegetação é predominante, de folha persistente e apresenta folhas espessas e pequenas, o que ajuda a reduzir as perdas de água por evapotranspiração. Algumas plantas podem também ter espinhos, o que as protege dos animais, pois evita que sejam comidas.
As árvores são, normalmente, de pequeno porte. Possuem cascas grossas e duras e grandes ramificações. Predominam os carvalhos: carvalho português, carvalho negral, sobreiros, carrasco e azinheiras. Outra árvore muito comum na área mediterrânica é a oliveira. Em algumas regiôes aparecem ainda pinheiros (como o pinheiro manso) e o zimbro.
Nas áreas com pouca precipitação, as plantas adaptaram-se a condições secas, sendo as suas folhas pequenas e por vezes, tão reduzidas que se assemelham a agulhas, o que lhes permite conservar a água. Outras têm as folhas cobertas por uma película cerosa e noutras as folhas reflectem a luz solar.
Algumas plantas desenvolveram, ainda, adaptações que lhes permitem resistir aos fogos frequentes que ocorrem na estação seca: algumas reproduzem-se rapidamente a partir das raízes, depois da parte aérea arder; noutras, a resina que reveste as pinhas derrete durante o incêndio permitindo aos frutos abrir e espalhar as sementes; noutras ainda as sementes que têm condições para viver durante muito tempo germinam após o fogo.
Fauna
A fauna é muito variada e também se encontra adaptada às condições ambientais. Por exemplo, os animais são normalmente pequenos, necessitam de pouca água e têm hábitos nocturnos.
Aparecem coelhos, lebres, javalis, ratos do campo, veados, texugos, diversos tipos de répteis, uma grande variedade de aves , sobretudo aves migratórias e insectos.

Fonte: Wikipédia

Francisco Torgal (7ªE)

sábado, janeiro 13, 2007

Os Alpes e a formação de núvens em alta montanha

Esta imagem mostra alguns topos de montanhas nos Alpes onde se pode observar uma formação de núvens típicas das regiões de maior altitude. O ar é forçado a subir pelas encostas e arrefece. Ao arrefecer condensa e o vento faz o resto: as núvens em formato de algodão são resultado do grande arrefecimento do ar juntamente com o vento forte que se regista, por vezes, a estas altitudes.
PTG

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Exemplo da previsão do estado de tempo nos Arquipélagos Atlânticos


A previsão de Portugal insular no dia 26 de Setembro de 2006

No dia 26 de Setembro de 2006, na Madeira, estava previsto céu nublado, com uma temperatura mínima de 20ºC e máxima de 26ºC, no Funchal. Também se registava vento fraco norte. A ondulação estaria entre os 2,5m e os 3,5m, no norte, e, no sul as ondas não atingiriam mais de 1,5m.

Nos Açores, estava previsto igualmente céu nublado, com 19ºC de mínima 24ºC de máxima, na Ponta Delgada. Registava-se vento forte e vento fraco sul e vento forte sudoeste. A ondulação seria de 3m, podendo atingir os 6m ou até 8m, perto das ilhas Corvo e Flores.
Esta e outras previsões podem-se encontrar no Diário de Notícias.

Inês Palma (7ºE)

Exemplo de uma previsão do estado de tempo em Portugal

A previsão de Portugal Continental no dia 26 de Setembro de 2006



No dia 26 de Setembro de 2006, em Portugal Continental, estava previsto um dia nublado, com uma temperatura média de 14ºC de mínima e 22ºC de máxima. Também se registava no norte vento forte sudoeste, no centro e centro-sul haveria vento fraco este e, no sul vento fraco noroeste.
A ondulação estava entre 2,5m e os 3,5m, excepto no sul, que estava entre 1m e 1,5m.
Esta e outras previsões podem-se encontrar no Diário de Notícias.

Inês Palma (7ºE)

quarta-feira, novembro 01, 2006

Chuvas do final de Outubro


Continental, às 18:00 horas de Terça-feira dia31 de Outubro. Reparamos que na zona perto de Coimbra se nota alguma precipitação e, também perto de Lisboa, no Oceano. Podemos concluir que neste dia houve alguma precipitação no centro do país e que foi houve pouca chuva em Portugal.
Esta informação e outras mais podem ser vistas no site

Http://meteo.pt/pt/observacao/remota/observacaoRadar.jsp

Realizado por: Inês Palma 7ºE Nº15

quinta-feira, outubro 19, 2006

Época de furacões do Verão e Outono de 2005


Esta montagem de imagens de satélite da NASA/NOAA mostra a ocorrência de um elevado número de furacões de grande intensidade no Golfo do México. Os furacões são tempestades que se desenvolvem e se fortalecem sobre águas oceânicas quentes. Neste ano, as anomalias de temperatura de superfície do oceano na região do Golfo eram elevadas. Diz-se mesmo que seriam as anomalias positivas mais elevadas desde que há registos. Deste facto resultou a ocorrência de um a elevado número de furacões de intensidade muito elevada.

Imagem de radar do dia 19 de Outubro de 2006


Outro exemplo, mas referente ao dia de hoje (10 de Outubro de 2006) às 10.00 horas da manhã. Chuva intensa registava-se a esta hora sobre a região Norte de LIsboa e sobre a Beira Litoral.
Outras imagens disponíveis para as últimas horas no site do Instituto de Meteorologia em http://www.meteo.pt/pt/observacao/remota/observacaoRadar.jsp

Imagens de radar do Instituto de Meteorologia


Imagem de radar que mostra Portugal continental a ser atravessado por uma superfície frontal. A chuva que se registava às 13.00horas distribuía-se numa banda de orientação Nordeste/Sudoeste. Precipitações particularmente intensas registavam-se sobre o Oceano Atlântico, a Oeste do litoral alentejano, e no sistema montanhoso Montejunto-Estrela.

Distribuição espacial da precipitação total anual em Portugal Continental



Mapa da distribuição espacial da precipitação total anual em Portugal Continental do Serviço Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), que pertence ao Instituto da Água (INAG).
Observa-se claramente um contraste Norte/Sul e Oeste/Este, ou seja, a região mais chuvosa localiza-se no Norte Litoral. O contraste Norte/sul é ainda reforçado pelo relevo e pela sua disposição. Os cumes das principais montanhas a Norte do Tejo constituem-se como as regiões mais chuvosas. No entanto, há elevações a Sul que registam também precipitações elevadas, como por exemplo, a Serra de Monchique, no Algarve.
As regiões do interior são claramente menos chuvosas, quer a Norte, quer a Sul do País.
Este mapa, produzido pelo SNIRH faz parte do Atlas da Água que pode ser consultado em: http://snirh.inag.pt/snirh.php?main_id=4&item=1.1&objlink=&objrede=

PTG